segunda-feira, 13 de junho de 2016

Paixões aleatórias

                Estava sentado, sem olhar para um canto específico, e de repente ela chega, meus olhos automaticamente se voltaram para ela e não desgrudaram mais. Ela se sentou bem na minha frente, e até tentei disfarçar minha hipnose por ela, mas não consegui sucesso. Seus olhos me prendiam e seu lábios... podia sentir que estavam me chamando, de repente, nossos olhos se cruzam e eu meio sem graça, dei um sorrisinho bem tímido para disfarçar, que foi correspondido por ela.
                Ela se levantou e se sentou ao meu lado, eu meio assustado, já que não imaginava essa reação, dei um oi, e com uma voz tão suave e angelical ela me respondeu. Começamos a nos conhecer melhor, e ela começou a me contar alguma coisa que, confesso que não consegui me concentrar no que ela me falou, apenas nela e mais nada, ela deve ter percebido, porque deu um sorriso mais aberto e me abraçou do nada. –Te amo-. Me assustei e olhei para os lados para ver se realmente foi ela que me disse, mais pude ter certeza, ela repetiu várias vezes te amo te amo te amo! Não podia acreditar como uma donzela poderia me amar.

                Trocamos mais alguns abraços e beijos nas testas um dos outros e nas bochechas. Infelizmente nosso tempo tinha acabado e tivermos que voltar para nossas salas.

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