terça-feira, 9 de agosto de 2016
Quando eu escrevo...
Quando eu escrevo uma carta, nela eu posso colocar tudo o que a minha timidez não deixa, nela eu posso declarar todo o meu amor. Você vai ler tudo o que eu sinto por você, vou escrever todo o meu amor, te fazer juras de amor, para você saber que ele é maior que tudo, e te prometerei que ele será para sempre. Que não será passageiro, não será como outro qualquer, ele será diferente. Quem sabe daqui 20 anos nós não estejamos contando histórias dessa época e sorrindo, relembrando nosso noivado. Aquele dia em que te convidei para ir ao parque, você nem esperava nada, mas eu no dia anterior já tinha planejado tudo, já tinha pedido a mão de sua filha ao teu pai, mas você achava que seria apenas um encontro, eu te recito poemas que eu fiz para você, me ajoelho falando as últimas palavras do poema “Quer se casar comigo? ”, abrindo uma caixinha com um anel de noivado, você fala “sim”, nós nos beijamos muito e vamos dar uma volta pelo parque, de mãos dadas, mas desta vez não como apenas namorados, mas sim como noivos, futuros marido e esposa.
Je t’aime.
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